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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Muçulmano que agredia a esposa cristã se converte após perder os movimentos e sonhar com Jesus
Um muçulmano se converteu ao Evangelho após agredir a esposa por ela ter abandonado a fé islâmica. Essa história, surpreendente e com dose extra de ação sobrenatural, exibe um resultado prático do poder de transformação da mensagem de Jesus.
O testemunho do casal Gulzhan e Elemes é mais um que apresenta o encontro de um muçulmano com Jesus através de sonhos. Ela, estudava a Bíblia Sagrada com uma colega de serviço, e resolveu entregar sua vida ao Nazareno, aceitando o Filho de Deus como Salvador após sonhar com Ele.
Elemes não aceitava que a esposa tivesse abandonado o islamismo, e todos os dias que a flagrava lendo a Bíblia, a espancava, para forçá-la a voltar à religião na qual foram criados. Certa noite de inverno, ao encontrar a esposa cantando louvores a Deus, resolveu surrá-la enquanto insultava Jesus com palavrões, e a expulsou de casa.
Gulzhan precisou passar a noite na neve, sem calçados ou roupas adequadas para aquele clima, de acordo com informações do Charisma News. Em paz, ela não se desesperou, e procurou abrigo cantando louvores: “Deus tinha enchido meu coração com o Seu Espírito e tanta alegria que eu simplesmente continuei cantando e não sentia frio enquanto eu procurava um lugar para ficar”, afirmou, em relato ao site Frontiers.
Quando seu marido deixou que ela voltasse para casa, ela não se livrou das agressões físicas e verbais. O que sustentava Gulzhan era a convicção de que havia sido aceita por Deus, e mesmo sabendo do que custaria, se mantinha lendo a Bíblia Sagrada diariamente.
O ponto de mudança da história aconteceu um ano após sua conversão, quando seu marido acordou, no meio da noite, aos berros: “Eu não consigo me mexer”, ele gritava. Quando Gulzhan conseguiu acalmá-lo, ele relatou que tinha tido um sonho, e que Deus havia se revelado a ele e dito que sua paralisia era uma lição por ter falado contra Jesus, da mesma forma que tinha acontecido com Saulo de Tarso na estrada de Damasco.
Mesmo assim, levou uma semana até que Elemes se desse conta de que tinha sido cruel e estava se apegando ao que havia aprendido durante toda a vida. Cansado da paralisia, ele pediu que a esposa convidasse outros cristãos para que orassem por ele.
Achado arqueológico reforça narrativa bíblica sobre a expulsão de legião de demônios por Jesus
Arqueólogos descobriram uma laje de mármore raro perto do Mar da Galiléia, e a divulgação de alguns detalhes apontam para o episódio em que Jesus expulsou uma legião de demônios de um homem que vivia entre os túmulos para uma manada de porcos.
A narrativa dessa passagem do ministério de Jesus está no capítulo 8 do evangelho de Lucas. A antiga laje, datada de 1.500 anos, foi encontrada no local onde acredita-se que tenha sido uma sinagoga de Kursi, e contém inscrições em hebraico que inclui frases como “lembradas para sempre” e “Amém”.
De acordo com informações do site Noticias Cristianas, a pesquisa e escavação foi conduzida pelo doutor Haim Cohen e pelo professor Michal Artzy, da Universidade de Haifa, em cooperação com a Autoridade de Antiguidades de Israel e a Autoridade de Parques e Natureza.
Cohen afirmou que a descoberta é a prova de que havia um assentamento judeu ou cristão naquele sítio arqueológico: “A presença de um sítio judaico na costa oriental do Mar da Galiléia, é um fenômeno muito raro. Até agora não tínhamos nenhuma prova de que os assentamentos judaicos existiram durante este período ao longo da costa oriental do Mar da Galiléia”, disse.
O professor Artzy considera a descoberta um achado raro e fascinante. “A dedicação é composto por oito linhas, o que é muito detalhada e expansiva. Na maioria dos casos há muitas palavras em letras hebraicas gravadas na pedra, de modo que a pessoa a quem foi dedicado o registro deve ter tido uma enorme influência sobre a população local”, afirmou.
Náufrago que sobreviveu “pela fé” a 14 meses no mar é processado por canibalismo; Entenda
Um náufrago que passou 14 meses à deriva no mar e atribuiu sua sobrevivência à misericórdia de Deus, agora está sendo processado pela família de um colega de pescaria, acusado de canibalismo.
José Salvador Alvarenga foi resgatado em fevereiro de 2014, nas Ilhas Marshall. Ele e o colega haviam naufragado na costa mexicana em novembro de 2012 enquanto tentavam pescar tubarões.
“Achava que ia ficar louco”, disse o homem, que atribuiu à sua fé em Deus a força para sobreviver a tantos meses de isolamento.
Alvarenga relatou que os problemas começaram quando estavam a 70 Km da costa do México e um vento forte começou soprar do norte. Sem motor, ele e seu ajudante, Ezequiel Córdoba, ficaram à deriva no barco de pesca. O jovem, que tinha entre 16 e 18 anos, morreu quatro meses depois por não conseguir se alimentar de animais crus.
“[Ezequiel] aguentou quatro meses. Mas depois fiquei sozinho. ‘Meu Deus, quando vou sair, quando vai me levar?’, eu pensava’”, disse o náufrago, que afirmou ter lançado o corpo do colega ao mar, além de precisar ingerir água da chuva ou sua própria urina, e comer peixes, tartarugas e aves, todos crus. “Levantava esperando patos, pássaros que viessem à minha lancha”, disse, acrescentando que passava os dias “sentado, vendo o céu, vendo o sol”.
Agora, Alvarenga – que é considerado o náufrago que sobreviveu no mar por mais tempo – é processado pela família do colega, que pede US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,9 milhões) de indenização, de acordo com a emissora Fox News Latina.
Em sua defesa, o náufrago sobrevivente nega que tenha comido o corpo do colega e relata que jamais considerou a hipótese de se alimentar do corpo de Ezequiel, que havia feito dois pedidos na hipótese de sua morte: que Alvarenga não comesse seu corpo; e que ele contasse o que houve à sua mãe.
Estado Islâmico ameaça invadir Israel e transformar a Palestina num “cemitério” de judeus
O homem apontado como o principal líder do Estado Islâmico, Abu Bakr Al-Baghdadi, fez ameaças de atacar Israel através de uma gravação veiculada em perfis atrelados ao grupo extremista nas redes sociais.
As ameaças à nação israelense e ao povo judeu, como um todo, foram feitas através de áudio, e colocaram sob suspeita a especulação de que Baghdadi teria ficado gravemente ferido em um ataque aéreo à Síria meses atrás.
De acordo com informações do RT News, o líder terrorista prometeu tomar a cidade santa e transformar a região da Palestina em um cemitério de judeus.
Em sua fala, o líder do Estado Islâmico garante que as forças do grupo terrorista muçulmano estão cada vez mais próximas a Israel, e que o movimento de retorno dos judeus de outras nações ao país facilitaria a jihad.
Além de disparar ameaças a Israel, Al-Baghdadi também lançou críticas contra os governantes da Arábia Saudita, a quem ele se referiu como “tiranos apóstatas” devido ao seu recente posicionamento, convocando o povo muçulmano e outros países para formar uma coalizão islâmica contra os extremistas.
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